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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

A importância de passear com cães

Você sabia que o tempo ideal de passeio com um cão é entre 40 e 60 minutos? Fique de olho nessas dicas para manter  saúde física e psicológica de seu amigo.

Responda rápido: quanto tempo você gasta por dia passeando com seu cão? Não é preciso muito para perceber que a rotina estressante e a falta de tempo fazem com que a maioria dos donos de cachorros não passeie com seus cães na rua pelo tempo suficiente. Às vezes, pensamos que o espaço que temos em casa já basta para que o animal se exercite. Porém,  o passeio diário é tão importante para o cão quanto uma boa alimentação , hábitos de higiene ou a ida ao veterinário.

Caminhar diariamente é extremamente positivo, sendo um dos fatores de maior influência para a expectativa de vida  do animal. O passeio permite controlar o peso, aumentar a massa muscular, prevenir problemas nas articulações, controlar o índice glicêmico, aumentar o preparo cardiopulmonar, além de estimular e apurar audição e olfato.

Como o cão é resistente a variações climáticas, não há porque deixar de fazer a atividade porque está muito frio ou calor. A quantidade das horas e caminhada varia de acordo com a idade, tamanho, peso e condições de saúde, devendo ser avaliada por um veterinário.

A necessidade do cão circular fora de casa não é apenas física. O cão precisa de estímulos sensoriais que o tornem psicologicamente estável, mantendo-o sociável e com um nível de energia controlado. Essa interação com o meio externo faz com que ele respeite os limites, interaja com outros cães e pessoas e tenha uma vida mais feliz e equilibrada.

Os cães que não saem com frequência de casa  se sentem ameaçados quando o fazem, o que gera comportamento tenso e/ou agressivo. Ficando muito tempo confinados ao mesmo espaço (seja um apartamento ou um grande jardim), os animais podem apresentar distúrbios comportamentais, sendo hiperativos, destruindo objetos, recebendo mal as visitas, fazendo suas necessidades em locais inapropriados  e vivendo em depressão contínua.



O que fazer para proporcionar um bom passeio para seu cão e deixá-lo feliz e saudável:

  • Leve o saquinho para recolher as fezes
  • Não passeie com ele sem coleira a não ser que tenha plena convicção de que ele não vai sair de perto de você e se acidentar com um carro ou numa briga com outro cão.
  • Não dê muita água ou comida antes do passeio para evitar congestões
  • Dê preferência aos horários da manhã ou fim da tarde e procure caminhar pela sombra para evitar queimaduras nas patas
  • Cães de pelos claros precisam de filtro solar
  • Dê água durante o passeio
  • Estimule o cão a andar do seu lado (não deixe que ELE te leve para passear)
  • Quando contar o tempo da caminhada, desconte os minutos de pausa


Para quem não tem tempo para passear com o cachorro, existe o SportCão que oferece este serviço em Belo Horizonte. Porém, é importante reconhecer que um vínculo especial é criado quando o animal sabe que vai passear com seu dono. Aproveite a companhia de seu melhor amigo e expresse seu carinho saindo para caminhar com ele!!

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Cães e crianças criados juntos

Esta é uma parceria que tem tudo para dar certo: os cães, pelo próprio sistema de organização do mundo canino, são naturalmente propensos a proteger e cuidar das crianças, já que elas são os filhotes humanos. E os filhotes são sempre protegidos pelos membros de uma matilha. Infelizmente, há muitas histórias envolvendo estes personagens. Algumas delas são histórias simples, sem nenhuma gravidade; outras, porém, contam dramas horríveis de crianças atacadas cruelmente e, muitas vezes, mortas por cães.
É preciso analisar imparcialmente os vários lados desta questão para poder entendê-la e tomar as devidas providências para evitar problemas.

Cães e crianças na mesma casa

É bastante comum que em casas que têm crianças também existam cães. Porém, nem sempre criar cães e crianças juntos é fácil. O problema se instala pelo fato de haver uma grande confusão entre as características e necessidades desses dois filhotes: o humano e o canino.
Mesmo quando temos uma criança crescendo junto com um cão adulto, podemos observar como certos pais não conseguem  discriminar as diferenças. Percebe-se claramente que tais humanos esperam que seus cães tenham o discernimento próprio aos humanos e, não vêm que eles agem  segundo regras e características próprias à espécie canina.
Analisando:

Desenvolvimento

É bastante difundida a idéia de que cada ano canino corresponde à 7 anos humanos. Isto, no entanto, não tem qualquer valia se não sabemos de fato o que isso significa. Na verdade, este fato está longe de ser uma verdade absoluta. A maturidade de um cão é atingida em épocas diferentes para cada raça dependendo diretamente do porte. Cães pequenos e minis tornam-se adultos por volta dos 12 meses . Já os cães de raças grandes e gigantes demoram mais para atingir a maturidade: alguns só tem seu pleno desenvolvimento aos 3 anos.
Portanto, enquanto com seu filhote humano você tem de 15 a 20 anos para educá-lo, seu filhote canino tem muito menos tempo para ser adestrado. E, para você ter um cão adulto equilibrado é preciso colocá-lo na linha o quanto antes. Você precisa ser um líder claro e justo e dar limites assim que ele chega à sua casa.  Além do tempo limitado, os cães não tem a nossa racionalidade. O raciocínio canino tem características completamente diferentes do nosso. Para educá-los é preciso usar uma linguagem que eles entendam, que é totalmente diferente da que você usará com seu filho.
Num ponto há uma grande concordância: Tanto num caso como no outro é absolutamente desaconselhável fazer concessões para obter a simpatia. O que eles precisam é de alguém que zele por eles, mesmo que, para isso, seja preciso contrariá-los e impor limites.

Nem toda mordida é uma agressão

Esse ponto deve ser  abordado tanto para o cão adulto como para o filhote.  Quando estamos tratando de um filhote, é fundamental lembrar que eles brincam com as crianças da casa exatamente como brincavam com seus irmãos de ninhada. As mordidas surgem naturalmente sem nenhum contexto agressivo. Para piorar, há crianças que se deixam ser mordidas como o “preço” por brincar com o cão. Vejam, essas mordidas não devem ser encaradas como sinal de agressividade mas, nem por isso devem ser toleradas. É preciso educar esse cão a não morder e, ao mesmo tempo deve-se ensinar as crianças a não se deixarem morder. Muitas vezes essas crianças falam que não se incomodam mas mesmo assim este comportamento não deve ser permitido.
Um outro aspecto que deve ser considerado é que os cães não tem dedos articulados e, com isso, sempre que eles querem “pegar” alguma coisa, eles usam a boca. Muitas vezes o cão quer puxar a criança para junto dele ou mesmo levá-la a outro lugar e ele usa o único instrumento que dispõem: os dentes. Mais uma vez não há qualquer agressão aqui.

Para os cães adultos, é fundamental falarmos um pouco sobre a organização da matilha. Na matilha, todos os adultos são responsáveis pela educação e proteção dos filhotes. Quando um adulto quer reprimir um filhote - para que ele pare com um comportamento indesejado – ele pressiona seus dentes no focinho do filhote. Essa pressão é leve pois a intenção é contê-lo, não machucá-lo. Quando cessa tal comportamento a mordida também acaba. Da mesma forma podemos ter nosso cão tentando evitar que o bebê se exponha ao perigo, ou mesmo que a criança lide com o próprio cão de forma mais gentil.

Não é incomum que as crianças machuquem os cães quando brincam. Sendo mais desajeitados que os adultos, algumas crianças abraçam os cães de forma a sufocá-los.  Em vários casos vemos que tais cães já tentaram tudo antes de chegar à mordida. Apesar de esta mordida ser tomada por agressão, ela nada mais é do que o cão educando a criança. Ele está mostrando a ela que não gosta daquela atitude e, a menos que a criança volte a incomodá-lo, ele não  a machucará novamente.

É sempre importante lembrar que o cão age dessa forma muitas vezes por estar assustado. Ao se ver amassado no colo e sufocado num abraço, ele age por instinto.

É preciso ter bom senso. O mais comum é tratar o cão como vilão, mas a coisa não é bem assim!! Não se pode rotular um cão como agressivo pelo fato de não querer ser machucado. Em linguagem clara, um cão quando quer realmente machucar deixa bem mais do que algumas marcas na pele!!


Tão importante quanto acostumar o cão à presença da criança, é ensinar a criança a ter respeito pelo cão. Ele não é um brinquedo nem um saco de pancadas! Se ele não gosta de ficar no colo, a criança precisa respeitar isso. Se os pais não conseguem ter esse tipo de atitude, acreditando que a criança deve ter prioridade em todas as questões, talvez seja o caso de esperar que ela cresça um pouco mais antes de ter um cão. Crianças mais velhas costumam entender melhor as regras e são mais jeitosas com os animais.



Fonte: Dicas Peludas



terça-feira, 26 de novembro de 2013

Como limpar com eficiência xixi e cocô de cães na sua casa



 Bem, às vezes acidentes acontecem. Ou porque o cachorro é filhote e ainda não foi treinado para fazer xixi e cocô no lugar certo, ou porque o cachorro quer chamar atenção fazendo as necessidades no lugar errado, ou mesmo porque não conseguiram segurar até a hora de sair. Aí, acabam fazendo no chão de casa mesmo.


Sempre que cães urinam ou defecam alguns produtos químicos específicos causam o odor característico. O odor destas substâncias provoca um reflexo de eliminação que não é diferente do “marcar território” de seus parentes selvagens. Cães naturalmente voltam à área onde estes odores estão presentes, criando um território marcado pelo odor e onde eles retornam freqüentemente para evacuar. Ou seja, se ficar o cheio de urina ou fezes em algum local (na sala, por exemplo), provavelmente ele irá fazer de novo no local. Por isso é tão importante limpar muito bem.

Este comportamento instintivo pode ajudar a adestrar filhotes, pois eles associam seus odores ao local que devem retornar para evacuar. Infelizmente os odores associados aos locais também podem ser um obstáculo ao adestramento se (e quando) o seu filhote causar um “acidente” dentro de casa.

Limpar os “acidentes” completamente é fundamental para impedir a criação de novos locais para evacuação dentro de sua casa. Tendo a capacidade de sentir odores até cem vezes mais do que humanos, os cães podem facilmente detectar odores da urina e das fezes que foram retirados com produtos de limpeza convencionais, tais como shampoos para tapete e amônia. O resultado é um padrão perturbador de repetidos acidentes no mesmo local. Ou seja, pra você pode estar limpo, mas para o seu cão ainda dá pra sentir o cheiro.

Já ensinei como remover o cheiro de xixi de tapetes, sofás, camas e carpetes. Para impedir que seu cão invente novos lugares na casa, primeiramente seque a área com um pano ou toalha para remover o máximo da umidade possível. Eu recomendo papel toalha, pois é absorvente e você não precisa lavar depois, basta jogar fora. Em seguida, limpe o local com Herbalvet (não estou fazendo propaganda, mas esse é um produto inofensivo para animais domésticos, que evita alergias e outras complicações causadas por produtos de limpeza. Se você tem um cão, esqueça multiusos e afins. O Herbalvet vende em petshops.

Espere secar bem para deixar o cão ficar no local novamente.






sábado, 23 de novembro de 2013

O cão não é o vilão



A Leishmaniose Visceral afeta animais e humanos e é considerada a principal zoonose atualmente no país, matando mais de 350 pessoas por ano.

A política pública vigente, centrada na eliminação do cão e não do mosquito vetor, tem levado à morte milhares de animais e disseminado o mal por todo o país.

Muitos cães são mortos apenas por suspeita da doença.

A informação e a prevenção são nossas principais armas para mudar esse cenário!






quinta-feira, 21 de novembro de 2013

ANSIEDADE DE SEPARAÇÃO


Quando adotamos ou compramos um animal de companhia, queremos ficar perto dele, mas a rotina agitada e o trabalho reduzem o tempo e a disposição para se dedicar ao seu melhor amigo. Precisamos deixá-lo sozinho em casa. Não há nada de errado nisto, mas devemos ensiná-lo a ser independente e acostumá-lo a ficar da melhor maneira possível.

Segundo estudo, cachorros deixados sozinhos em casa sentem-se como crianças abandonadas por seus pais, e o nome específico para esse problema é: ansiedade de separação. 


A ansiedade de separação é um comportamento considerado natural nos cães até certo ponto. Isto significa que eles sentem uma ansiedade para ter alguém do grupo por perto e não conseguem ficar sozinhos. Isso porque, sem o grupo, o cão não consegue sobreviver na natureza, pois precisa do outro para caçar, procriar, alimentar-se, defender-se de outros animais etc.


Porém, a ansiedade de separação exagerada acaba se tornando um problema de comportamento e eles desenvolvem este comportamento que, teoricamente, atrairia os outros membros da matilha, como latidos e uivos, e ainda extravasariam a ansiedade.

 Uma das manifestações é o desespero e é facilmente percebida, o cão late sem parar, chora, arranha ou morde a porta, baba, se lambe ou se morde. Há ainda reflexos, como aceleração dos batimentos cardíacos e aumento de cortisol, hormônio relacionado com o estresse.

Outra manifestação é o estado depressivo. Nada motiva o cão enquanto ele está sozinho. Não bebe água, não come, ignora diversos estímulos que o motivariam se estivesse com os donos. Por um lado, esses comportamentos incomodam menos e chamam menos a atenção que o desespero, mas, por outro, o animal pode estar sofrendo física e psicologicamente, o que produz alta taxa de hormônio do estresse e aumenta o risco de contrair problemas de pele, câncer e outras doenças. Alguns donos acham que este comportamento é um simples protesto quanto à solidão forçada, e que o cachorro faz tanta bagunça só para punir o dono.



Devemos lembrar que os cães não são bons em raciocínio e não pensam que aquilo que fizeram há uma hora pode gerar uma bronca agora. Por isso, não punam seus animais por danos causados quando são deixados sozinhos. Eles não entenderiam o porquê da penalidade.

 Entre as iniciativas que podem evitar a ansiedade de separação, uma é não supervalorizar as saídas e as voltas ao lar. Nunca saia de casa se desculpando para o cão, preocupado ou ansioso demais. Nem chegue fazendo muita festa. Ao contrário, nesses momentos, mantenha-se relaxado e evite retribuir a festa.
Não é fácil, mas vale a pena: o cão será diretamente beneficiado. Também ensinar que ver você saindo de casa pode trazer resultados positivos.


 Por exemplo, você poderia voltar de surpresa antes do horário normal, mesmo que por um curto período, só para fazer um agrado ao seu pet. Depois, lentamente, ir aumentando o tempo de permanência fora de casa até o cachorro ser deixado sozinho o dia todo.



Existem muitas coisas que você pode fazer para evitar que seu cão fique entediado:


Antes de sair, a primeira coisa é deixar a sua casa a prova de “bagunça canina”, como tirar objetos da altura que ele possa pegar e destruir, ou tirar aparelhos eletrônicos das tomadas.


Brinque um pouco com ele antes de sair. Cães cansados têm menos probabilidade de fazer besteira quando sozinhos! Leve-o para fazer as necessidades e, depois, dê a ele sua refeição. Cães com o estômago cheio descansam naturalmente.


Mantenha sempre um cantinho especial pra o seu cão, onde ele terá uma caminha, seus potinhos e brinquedos.

Escolha brinquedos que estimulem brincadeiras ativas e interessantes para seu cão, como bolas de borracha que rolam em direções inesperadas e brinquedos de borracha para morder que tenham diferentes formas e texturas.

Pegue o brinquedo favorito dele e esfregue nas suas mãos, isso vai deixar seu cheiro nele. Varie os brinquedos que deixa com seu cão para que, a cada dia, ele tenha “novos” brinquedos.

Esconda petiscos e ossinhos pela casa. Isso é ótimo para ele exercitar o cérebro enquanto estiver sozinho. Vá ao pet shop e compre brinquedos interativos recheados com petiscos.


Deixe um rádio ou a tv ligados para proporcionar um som ambiente, fazendo com que ele não escute ruídos externos.


Se o seu cão estiver confinado dentro de casa, garanta que tenha acesso a uma janela ou pátio para que ele possa ver o mundo lá fora.
Saia e chegue sem fazer festa

, sem carinho e sem se despedir.
Isso deve ser feito tanto nas saídas quanto nas chegadas. Aguarde ele se acalmar e depois brinque e dê atenção.


Assim, vamos tentar ter uma relação mais saudável e feliz para ambos!



terça-feira, 19 de novembro de 2013

É seu cão que te leva para passear?

 Quem nunca viu um cachorro que leva seu dono para passear? É muito  comum ver pessoas sendo arrastadas por seus animais de estimação. A  situação não é nada agradável e pode tornar o cão desobediente e até  mesmo agressivo.

O passeio é um exercício muito importante para todos os cachorros, em qualquer idade - a menos que haja alguma restrição médica. Mas para as voltinhas pelo bairro serem agradáveis tanto para você quanto para seu melhor amigo, é importante estar no controle da situação.


 Seja o líder!

 É muito comum que um cão dominante queira “ditar as regras” do passeio  para seu condutor. Cheira aqui, demarca ali, assim o animal sente que sua  posição de líder está sendo confirmada e, muitas vezes, quando contrariado,  age de forma agressiva.
 E não só nas ruas. Um cão que faz o que bem entende durante o passeio,  acha que manda também dentro de casa.
 Por isso, é importante exercer a liderança inclusive no passeio, com o cão  andando ao seu lado, para ter um animal de estimação controlado em  diversas situações.

 Controle a ansiedade do seu cão!

 Normalmente, ao ver o dono pegando a  guia e ouvir a palavrinha mágica  “passear”, o cãozinho fica doido para ir  para rua. E aí já saem puxando dentro  de casa mesmo. Uma dica para baixar  essa ansiedade é tornar o momento da  saída o menos excitante possível. Para  isso pegue a guia que você costuma  passear com seu bichinho em vários  momentos do dia, mesmo que não vá  sair passear com ele. Coloque-a no  cachorro e deixe-o com a coleira do  passeio durante algum tempo, dentro  de casa mesmo, repetindo isso  algumas vezes, sem sair para rua. Esse  processo, que chamamos de  dessensibilização, e faz com que o cão  não associe mais a guia ao momento  de passeio, pois, afinal, não é sempre que ele põe a coleira que ele sai para  passear.
 Um cão eufórico demais fica menos sensível aos trancos na guia para  controlá-lo e assim será preciso ser cada vez mais rígido para manter o  controle.

 Treinando um bom passeio!

Já durante o passeio, o dono não deve permitir que o cão puxe a guia. Ao ser puxado e permitir que o cachorro continue andando na direção que ele deseja, ensinamos ao animal que sua técnica funciona e assim ele a repetirá sempre. Um recurso que ajuda o cão a se conter é frustrar sua intenção. Ao tomar um puxão, pare e obrigue-o a esperar e só volte a caminhar quando o animal estiver mais tranquilo. Outra técnica muito boa é fazer percursos em ziguezague,  treinando o cachorro a mudar de direção junto com você. A percepção do cão  da importância de prestar atenção nos movimentos do condutor, para    acompanhá-lo, aumenta à medida que ele percebe que ao puxar a guia, leva  um tranco. Para favorecer a concentração nos treinos, escolha um lugar não  tão estimulante, como uma garagem do prédio ou num quintal, por exemplo.
 Quando o cão conseguir acompanhar você sem precisar de trancos, premie-o  com um petisco. Com poucos treinos já é possível perceber os resultados. Só  aí o leve para a rua ou para outro local com mais estímulos.

 Cães briguentos!

 E pra quem tem um cão encrenqueiro  o passeio pode ser ainda mais  tumultuado. Nesses casos,  geralmente, os cães nem percebem o  tranco na guia quando estão latindo  excitados para um “adversário”. Por  isso, devemos interromper desde o  início as manifestações de  agressividade com uma bronca que  não o machuque. Um recurso é  espirrar um jato de substância  amarga não tóxica na boca do animal  (use somente produtos específicos  vendidos em pet shops) ou causar um leve desconforto fazendo barulho ao  chacoalhar uma lata cheia de moedas. Nos casos mais difíceis, procure a  ajuda de um profissional especializado, pois manifestações de agressividade  podem exigir maior controle para evitar acidentes.
 Com seu cão mais educado é hora de curtir passeios bem mais agradáveis e  divertidos para vocês dois!


Cão 'prevê' ataques epiléticos de menina na Irlanda


          
Uma família irlandesa alega que seu cão de estimação está ajudando a cuidar de sua filha de três anos, chamando a atenção dos pais quando a menina está prestes a ter um ataque epilético.
A família Lynch acredita que seu dogue alemão, Charlie, pode perceber mudanças em sua filha - Brianna sofre de epilepsia desde que nasceu - até 20 minutos antes que ela tenha uma crise.
Segundo a família, Charlie os alerta andando em círculos em torno de Brianna. Ele também gentilmente a encosta contra uma parede para impedi-la de cair durante um ataque.
A epilepsia pode levar a convulsões traumáticas, como um estado de transe profundo, ou convulsões violentas, durante as quais ela corre o risco de cair e bater a cabeça.
Não há provas científicas de que cães possam detectar esse mal, mas instituições britânicas já treinam os animais para identificar problemas de saúde em humanos.
A mãe de Brianna, Arabella Scanlan, disse que Charlie não é treinado como um "cão de alerta para um ataque epilético" - é um animal de estimação comum, que ela crê ter desenvolvido instintivamente uma habilidade especial.
Padrão de comportamento
A família notou a habilidade de Charlie anos atrás, quando o enorme dogue alemão começou a ficar agitado e andar em círculos em torno Brianna, e minutos depois ela teve um ataque epilético.
A mãe disse que começou a perceber um padrão de comportamento, percebendo que a agitação do cachorro comumente aumentava antes de um ataque.
"Eu fui para o quintal um dia e ela (Brianna) estava tendo uma convulsão. Estava encostada na parede, inclinada sobre (o cachorro), que olhava para mim como se dissesse: 'Eu não sei o que fazer'. Mas ele ficou ao lado dela, não se moveu", lembra Scanlan.
Ela conta que, desde então, o cão raramente sai do lado de Brianna e a encosta contra alguma superfície se sente que ela está prestes a convulsionar.
"Realmente não entendo a psicologia por trás disso, mas as pessoas ficam hipnotizadas quando o veem em ação. Realmente emociona vê-los juntos", acrescentou.

Estudos científicos
Estudos científicos têm demonstrado que alguns cães podem ser treinados para "farejar" cânceres e detectar baixos níveis de açúcar no sangue em pacientes diabéticos, mas até o momento não há nenhuma prova científica conclusiva de que os caninos tenham capacidade de prever ataques epiléticos em humanos.
Ao mesmo tempo, instituições de caridade na Grã-Bretanha treinam cães para ajudar pessoas com diversos problemas de saúde.
A instituição Support Dogs treina "cães que alertam sobre convulsões" e alega que um animal treinado pode "dar entre 10 e 55 minutos de aviso prévio sobre um iminente ataque".
A executiva-chefe da Medical Dection Dogs, Claire Guest, tem experiência pessoal sobre a capacidade dos animais em detectar doenças graves.
Ela disse que estava ensinando cães a reconhecer tipos de câncer quando um deles "começou a chamar sua atenção". Posteriormente, ela descobriu que tinha um câncer de mama em estágio inicial.
Guest lembra, porém, que ainda não está claro como alguns cães poderiam prever ataques epiléticos. Ela acha que a habilidade poderia ser desencadeada pelo cheiro, mas os cães podem também estar respondendo a sinais visuais.
'Capacidade inata'
Vale destacar que nem todos os cães compartilham da habilidade de detectar doenças e enfermidades.
Guest disse essa capacidade é geralmente encontrada em cães altamente expressivos, atenciosos em relação aos humanos e que mostram uma preocupação geral em proteger seus donos.
Ela acrescentou que a maioria dos estudos científicos a respeito do tema foi inicialmente provocada por relatos de donos de animais que observaram um padrão de comportamento em seus cães. Mas crê que mais pesquisas são necessárias.
Em 2003, os resultados de um estudo preliminar divulgado na publicação científica Seizure, European Journal of Epilepsy sugeriram que "alguns cães têm capacidade natural para alertar e/ou responder a ataques epiléticos". 
O estudo acrescentou que o sucesso desses cães "depende, em grande parte, da consciência e da resposta do dono ao comportamento de alerta do cachorro".


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Como é a audição, a visão e o faro dos cães?

A audição dos cães


A audição dos cães é bem superior à humana. Um cão consegue escutar um som 4 vezes mais longe que uma pessoa. Além disso, ele pode detectar a origem do som em apenas 6 centésimos de segundo, ou seja, 0,06 segundo.
Os cães também detectam sons de frequências menores e maiores do que as que a gente detecta. Assim, o intervalo da frequência do som que eles captam é bem maior que a do homem.
 Com isso, é possível usar apitos ultrasônicos para comunicar-se com o cão, sem que a pessoa escute. A frequência detectada pelo homem vai de 16 Hertz a 20.000; já a do cão, vai de 10 Hertz a 40.000.
 

A visão dos cães

As pessoas dizem que a visão do cão é inferior à nossa. Isso é verdade em vários pontos, mas em outros, a visão dos cães é superior.
Os cães enxergam com menos resolução e em menos cores do que os humanos. Segundo algumas pesquisas, eles enxergam em cinza, azul e amarelo, e não conseguem diferenciar vermelho, verde, amarelo e laranja.
 
Por isso, se você for brincar de bolinha com seu cão em uma grama, dê preferência para as bolinhas azuis, pois para o cão será mais fácil de ver.
Por outro lado, a visão dos cães é mais sensível à luz e ao movimento que a dos homens. Assim, os cães enxergam melhor no escuro, e detectam movimentos, principalmente no escuro, mais facilmente do que nós.

O faro dos cães

O faro é o sentido mais desenvolvido dos cães, disparado. Um cão consegue sentir cheiros que nós nem ao menos conseguimos identificar. Eles podem também identificar e seguir rastros de cheiro de pessoas que já passaram há vários dias.
Os cães têm 200 milhões de células receptoras de odores, contra apenas 5 milhões dos humanos. Daí, conclui-se que eles sentem cheiros 40 vezes melhor do que nós.
Devido a essa tremenda capacidade, os cães são muito usados em tarefas que abordam odores, como para farejar drogas, achar pessoas mortas no meio do mato, rastrejar criminosos.


Fonte: Dicas Peludas


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Cães idosos tem necessidades especiais


Cães idosos tem necessidades especiais. Seus corpos estão começando a ficar mais lentos e os desgastes da vida começam a aparecer. A vida de cães pode variar muito, dependendo da raça, embora outros fatores também influam. Um bom início na vida com cuidados e nutrição corretos enquanto o animal é um jovem adulto terá bons resultados quando chegar a velhice.

Estando com seu animal todos os dias, pode ser que não perceba a idade chegando. Com um pouco de cuidado extra, você fará com que seu cão viva confortavelmente e, com visitas regulares ao veterinário, ele pode viver saudável até próximo do fim.
Quando estiver com cerca de 8 ou 9 anos, é provável que comece a envelhecer. Raças gigantes podem ser consideradas velhas quando chegarem  cerca de 8 anos, enquanto  cães sem raça definida podem viver até os 15 anos ou mais.

Reduzindo a velocidade

Enquanto o corpo envelhece, os órgãos vitais de seu cão também começam a deteriorar. Pode ser que ele fique menos ativo, necessitando de menos calorias e seus órgãos podem funcionar com menos eficiência. Já que seu corpo está ficando mais lento, pode não conseguir lidar  facilmente com doenças ou stress, então, procure minimizar ao máximo essas possibilidades.

Você necessitará de paciência para lidar com um cão mais velho. Pode ser que ele já não o veja ou não ouça tão bem. Quando ele não responde prontamente os seu chamado como antes, não quer dizer que ele o está ignorando. Ele precisa agora de mais ajuda e companhia. Seja tolerante com o seu velho amigo, que te deu tantas alegrias!!

Dando conforto ao cão idoso

Já que seu cão está com menos mobilidade nessa fase da vida, irá passar mais tempo deitado em algum lugar. Não permita que fique deitado em lugares úmidos e frios ou  no sol quente por muito tempo. Mantenha sua cama em lugar fresco e arejado, livre de ventania e garanta que esteja bem acolchoada. Se o animal passar muito tempo deitado em superfície dura ou áspera, especialmente em cães de porte mais pesado, pode desenvolver calos na pele. Esses calos podem ficar ulcerados e infeccionados. È necessário então providenciar bastante acolchoamento.
Deixe a cama em lugar facilmente acessível. Se tiver dificuldades ao subir escadas, coloque um portão para evitar acidentes. Não se esqueça que os sentidos de seu cão estão começando a falhar, e seu olfato, audição e visão podem não estar tão bons quanto eram. Isso quer dizer que podem ficar desorientados. Não faça muitas mudanças em casa ou em sua rotina normal. Tente não deixá-lo sozinho por longos períodos, especialmente em lugares estranhos.

Visitas regulares ao veterinário

Vacinas são tão importantes para cães idosos quanto para jovens. Cães idosos são menos resistentes à doenças e podem não conseguir superar infecções facilmente. O veterinário deve ter a oportunidade de examinar o cão regularmente e acessar o estado de saúde de órgãos como a pele, coração, rins e fígado.  O exame da boca do animal também é muito importante.
Alguns problemas como os renais, podem ser detectados cedo (antes de sinais clínicos aparecerem) através de exame de sangue. Amostras de urina também revelam informações importantes sobre a saúde do cão.
Esta também é uma boa hora para checar o peso de seu cão.  O veterinário poderá  informar os programas de alimentação já que quando o cão envelhece e fica mais lento, necessita de menos calorias.
Peça conselhos ao veterinário caso seu cão não esteja conseguindo urinar ou defecar corretamente. Ocasionalmente acidentes ocorrem quando um cão não consegue ou não está com vontade de andar até a rua. Outras vezes as funções corpóreas ficam incontroláveis. Nesses casos o tratamento pode ser dificultado e nem sempre será bem sucedido.

Outras considerações

Mantenha a pelagem de seu cão bem cuidada – isso ajuda com que se sinta confortável e saudável. A escovação melhora a circulação, mantém o pelo brilhante e livre de nós. Cuidando da pelagem regularmente, você também pode ficar de olho em perda de pelos, feridas, irritação e evidências de pulgas e parasitas. Verrugas e tumores gordurosos benignos (lipomas) são comuns em cães idosos.
Cheque as unhas regularmente. Elas podem ficar longas se ele estiver fazendo pouco exercício ou andar por pisos macios que não desgastam as unhas.

Chegando ao fim

Embora a decisão de trazer outro cão para a casa deva ser cuidadosamente pensada, muitos proprietários acham que um filhote pode dar a um cão idoso uma sobrevida. Embora sinta que jamais poderá substituir seu velho amigo, um filhote pode ajudar quando a separação estiver próxima.

Certamente uma das decisões mais difíceis para um proprietário é colocar fim à vida do seu cão. Com sorte o fim virá em paz, em casa, durante o sono, mas para muitos cães  é diferente.
Para os animais que estão levando uma qualidade de vida ruim, sofrendo doenças terminais ou que estão sofrendo dores constantes, é justo optar pela eutanásia. Você deve discutir isso seriamente com o veterinário para que ambos concordem que essa pode ser a solução melhor para o cão.

A perda de um companheiro nunca é fácil. É difícil aceitar que seu amigo não irá viver para sempre ao seu lado. O que você pode fazer, com paciência e carinho, é que os últimos anos de vida de seu cão sejam o mais confortável, divertido e amoroso possível.





terça-feira, 12 de novembro de 2013

Que calor !! Garanta que o verão seja uma época agradável para o seu melhor amigo.

Em dias de muito quentes e abafados, as pessoas procuram aliviar a sensação de calor com roupas leves, banhos, bebidas geladas, etc. Mas você já parou para pensar  como sentem-se os cães nesses dias?

Recobertos de pelagem, seria como se você estivesse vestindo um casaco de inverno em pleno verão...Por este motivo, devemos tomar alguns cuidados com nossos animais durante as épocas quentes.

Cães e gatos, além da pelagem, que piora a sensação de calor, não possuem glândulas de suor, ou seja, eles não suam como as pessoas. O mecanismo da sudorese faz com que a temperatura do organismo diminua. Sem esse recurso, os animais ficam de boca aberta no calor, ofegando, isto é, fazendo com que o ar frio entre e resfrie seu corpo. Quanto mais ofegantes estão, mais calor estão sentindo
.
Com essas “desvantagens”, dá para concluir que os animais podem passar maus momentos com o calor extremo. As raças de cães muito peludas e adaptadas a invernos rigorosos sofrem mais ainda, pois além da pelagem e da falta das glândulas de suor, possuem uma camada de gordura sob a pele, para protegê-los do frio.

Para garantir o bem-estar dos animais no verão, passamos algumas dicas:

1. Deixe água fresca e, se possível, resfriada (não gelada), no bebedouro do cão. Vá trocando durante o dia. Alguns cães
costumam bater as patas dentro do recipiente de água para se molharem quando está calor. Não há problemas nisso, mas observe sempre para que o animal não fique sem água.

2. Não passeie com o animal nos horários quentes do dia. Além do calor, ele pode queimar as patas no piso. Leve-o para a rua em momentos maios frescos  (início da manhã e final da tarde) e ande em lugares sombreados.

3. JAMAIS deixe o cão preso dentro do carro, mesmo se os vidros estiverem semi abertos.  O animal pode superaquecer, passar mal e até morrer.

4. Não use focinheiras fechadas para passear com o cachorro. Se tiver que utilizá-las, opte por modelos arejados que permitam que o cão fique com a boca aberta em seu interior.

5. Se a raça do seu cão pode ser tosada, diminua bastante a pelagem dele durante o verão. Nessa hora é mais importante o bem-estar do seu animal do que a beleza.

6. Quem mora em regiões quentes, nunca devem optar por raças adaptadas ao inverno (Husky Siberiano,  Malamute do Alaska,  Bernese, etc). Mas se já fez essa escolha, seu cão pode precisar de ar condicionado ou ventilador no verão para suportar as altas temperaturas, caso esteja extremamente ofegante. Aqui não se trata de “cuidar de bicho como gente” e sim adequar a temperatura ambiente àquela que o animal possa suportar.

7. Observe que o local onde o cachorro fica tenha sempre uma parte sombreada durante o dia, independente da casinha de cachorro. Esta é um local extremamente quente para o cão ficar sob o sol.

8. Atenção especial par a os cães que adoram a água, como os labradores. Eles podem entrar em piscinas para se refrescarem e não conseguirem sair depois, o que causa afogamento.

9 .Se o seu cão estiver extremamente ofegante num dia quente, dê um banho frio para diminuir a temperatura ou molhe seu corpo.

Os sinais que mostram que o animal está com muito calor são bem fáceis de observar: boca aberta e respiração ofegante, deitar em local de piso frio com as patas traseiras abertas, beber muita água e procurar sempre a sombra. Garanta que o verão seja uma época agradável para o seu melhor amigo.


Mito ou Verdade - Cães e gatos realmente se odeiam?


O relacionamento muitas vezes conturbado entre cães e gatos gera diversos questionamentos nas pessoas, principalmente naquelas interessadas em criar duas espécies no mesmo ambiente. Muitas pessoas acreditam equivocadamente que os animais se detestam genuinamente, que cães e gatos nascem pré-determinados a se afastarem e que como consequência não existe a possibilidade de ambos viverem em harmonia sob o mesmo teto.
Na realidade cães e gatos não se odeiam. Claramente, existem casos em que os animais tem dificuldade em aceitar a presença do outro naquilo que consideram “seu” território, mas cães e gatos não são espécie inimigas, e ao contrário da crença popular, os gatos não constituem um presa natural dos cães. Em alguns casos a negligência de certos donos no cuidado com os animais é a principal culpada por comprometer a relação entre os bichos.

O que acontece é que tanto cães como gatos são espécies predadoras, e agindo instintivamente, se incomodam quando outro animal ou espécie invade o seu território, fato considerado inaceitável. Os cães por serem animais maiores, normalmente tomam a iniciativa e perseguem os gatos que, guiados por seu instinto de sobrevivência, fogem e procuram abrigo em lugar seguro. Esse tipo de comportamento, no entanto, é raro e ocorre quando os animais são colocados no mesmo ambiente sem preparação prévia. A chegada de outra espécie raramente é aceita com facilidade pelo animal que está há mais tempo na casa, e isso deve ser levado em consideração. A aproximação entre os animais deve ser feita de maneira gradual, para que, aos poucos se acostumem um com a presença do outro. A melhor maneira de assegurar que a convivência entre os animais transcorrerá da melhor forma possível é que ambos sejam criados juntos desde  filhotes. Assim, crescem juntos, habituam-se com a presença um do outro, dividem experiências importantes durante sua formação e desenvolvem uma grande amizade. Ambos precisam ser educados adequadamente de modo que saibam respeitar regras e limites impostos pelo dono e possam viver em harmonia.




Vale ressaltar que cães e gatos tem personalidades completamente diferentes, praticamente opostas. Enquanto os cães adoram brincar e bagunçar, precisam do contato humano constantemente e latem e abanam o rabo para expressar seus sentimentos, os gatos são animais mais quietos e independentes, que muitas vezes gostam de ficar sozinhos e não se preocupam em agradar ninguém.  Quando essas particularidades são respeitadas os animas se sentem à vontade e conseguem conviver no mesmo espaço. A disputa de território é comum a todas as espécies de predadores e pode ser contornada com o treinamento adequado e educação dos animais. Assim sendo, fica claro que o ódio entre cães e gatos não passa de um mito criado pela sociedade, e que ambos podem sim conviver pacificamente no mesmo lar.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

São Francisco: "Para ele, cada ser é uma expressão da bondade de Deus. Por isso, amar um animal é amar também a Deus e a sua criação."


São Francisco de Assis foi nomeado padroeiro dos animais e da natureza pelo Papa João Paulo ll. O santo foi um homem místico que pregava uma perfeita harmonia entre homens, animais e natureza.

Segundo o frei franciscano Vitório Mazzuco, ele não compartilhava da crença que os bichos existam para uso do ser humano. Todos seriam irmãos. "Francisco os chamava de irmão gato, irmão cachorro, irmão pássaro, mas não os comparava aos homens no plano espiritual."

O santo acreditava em uma consanguinidade entre as espécies criadas por Deus. "Para ele, cada ser é uma expressão da bondade de Deus. Por isso, amar um animal é amar também a Deus e a sua criação."


Oração de São Francisco

Senhor, fazei de mim um instrumento da vossa paz!
onde houver ódio, que eu leve o amor,
onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
onde houver discórdia, que eu leve a união,
onde houver dúvida, que eu leve a fé,
onde houver erro, que eu leve a verdade, 
onde houver desespero, que eu leve a esperança, 
onde houver tristeza, que eu leve alegria,
onde houver trevas, que eu leve a luz!
Mestre, fazei que eu procure mais
Consolar, do que ser consolado,
Compreender, do que ser compreendido, 
Amar, do que ser amado
Pois é dando que se recebe,
É perdoando que se é perdoado,
É morrendo que se vive para a vida eterna!