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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Alimentos que fazem mal ao seu cão


Muitos donos preferem alimentar  seus cães com comida preparada e não com ração industrializada.

Contudo, se você decidiu alimentar seu cachorro com alimentos preparados em casa é preciso ter em mente que nem tudo que é bom para os humanos também é bom para os cães. Cães tem um aparelho digestivo diferente do nosso e reagem de maneira diferente a várias substâncias.
Outro problema que os donos raramente percebem é a diferença de tamanho. Uma pessoa pesa em média 70 kg, mas muitos dos nossos cachorros pesam 2 kg, alguns até menos...Por isso é preciso tomar cuidado redobrado, pois quantidades pequenas de alguma substância, que não seria suficiente para fazer mal para uma pessoa pode ser suficiente para fazer mal para um cachorro de pequeno porte, por exemplo.
Para ajudar os donos de cães, eis uma lista de alguns alimentos  que nunca devem ser dados ao seu cão, nem por brincadeira.

Café: a cafeína presente no café acelera o batimento cardíaco, podendo causar taquicardia e até mesmo ataques cardíacos. Quanto menor for o cão, maiores os riscos.

Chocolate: O chocolate, assim como todos os derivados do cacau e de outras plantas do gênero Teobroma, como o Cupuaçu, contém uma proteína chamada teobromina. Esta proteína é prejudicial aos cães e causam vômito. Um cão de médio porte com 22 kg irá vomitar se ingerir 85 gr de chocolate. Em cães menores a quantidade necessária é menor.

Noz-macadâmia: Ainda não se sabe por que essas nozes causam tremores e paralisia temporária nas patas traseiras dos cães.

Alho: Nunca dê alimentos temperados com alho para o seu cachorro. Apesar de saudável para o ser humano, o alho destrói as células vermelhas do sangue dos cães e pode causar anemia e, em casos mais graves, falência renal por perda de hemoglobina.

Cebola: De maneira semelhante ao alho, a cebola é prejudicial às células sanguíneas do cão. A diferença é que a cebola causa danos cumulativos, ou seja, toda a cebola que seu cão ingerir na vida vai causar pequenos danos irreversíveis que vão se acumulando com o tempo até o dia em que os sintomas aparecem.

Uvas e passas: Ainda não se sabe a razão, mas esses alimentos podem causar falência renal em cães.

Bebidas alcoólicas: De maneira semelhante ao que acontece com as pessoas, o álcool diminui as funções cerebrais. Os cães mais sensíveis ao álcool podem entrar em estado de coma.
 
Além desses alimentos, novas substâncias prejudiciais aos cães continuam sendo descobertas. O “Animal Poison Control Center” – APCC (Centro de Controle de envenenamento animal) chama a atenção para uma substância chamada xylitol, um substituto doo açúcar que contém menos calorias e que está presente em alguns bolos, biscoitos e doces. Durante o ano de 2012  o APCC recebeu mais de 200 casos de envenenamento canino com xylitol.

Fonte: Dicas Peludas



Bicho também tem ciúme

A chegada de um bebê em casa pode deixar seu animal enciumado. Veja como lidar com essa situação

 O ciúme não é uma exclusividade humana. E seu  companheiro de quatro patas pode não gostar da ideia de  dividir o espaço com um estranho, mesmo que ele seja tão  pequenino e lindo como um bebê. Para evitar esse  sentimento doloroso que bicho também tem, os pais que  possuem um animal de estimação deve tomar algumas  providências já durante a gravidez. 

 É muito comum que nesse momento o animal fique em  segundo plano e a liberdade em casa passe a ser bem  mais restrita. As consultas médicas e toda a preparação  para a vinda do filho roubam o tempo e a atenção dos  donos, e a velha sala de tevê de repente vira um quarto  inacessível, por exemplo. Bastam situações assim para que o bicho, até então rei absoluto, fique ressentido. Falta de apetite, apatia, agressividade, uivos, miados excessivos ou até xixi fora do lugar são indícios de que ele está sentindo falta das regalias que tinha e isso poderá fazer com que, mais tarde, relacione a chegada da criança com uma ameaça. O sofrimento pode acometer gatos, cachorros, papagaios... 

Exercitar o desapego do espaço e do dono evita uma futura frustração. Quando a criança finalmente chega ao lar, o importante é que os pais dividam sua atenção entre o bebê e o animal. Ficar com a criança no colo e, ao mesmo tempo, alisar o pelo do cão o fará associar aquele pequeno ser a um momento de satisfação. 

Cada animal reage de uma forma diferente. Às vezes, o cachorro nem demonstra hostilidade e o gato nem sequer se importa com a mudança. Mas é preciso atenção. Se as tentativas de adaptação falharem e a agressividade permanecer, procure um especialista. 

Conforme a criança vai crescendo, é bem provável que o cenário mude e você presencie uma relação afetuosa entre ambos. O filho passa a interagir mais com o bicho e um sentimento recíproco de proteção toma o lugar do antigo ciúme.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Mato sem cachorro

Vejam o clip da musica Love Love do Tianastácia para o filme Mato sem Cahorro

Muito legal, mesmo !


http://www.youtube.com/watch?v=SOxfYILIpnI

Os Cães o os Fogos de Artifício

O barulho estrondoso dos fogos de artifício deixa muitos cães nervosos, com medo ou assustados. Quando se aproxima o Ano Novo ou alguma festa popular, a preocupação dos donos de cães é quase sempre como fazer com que cão não se descontrole nestas alturas.

Os cães que não estão habituados ao barulho ou sons intensos geralmente reagem mal aos fogos de artifício. Alguns cães mostram-se incomodados, mas outros podem mesmo desenvolver fobias e entrar em pânico. Por serem pontuais, geralmente não são causa de grande preocupação para os donos, mas o perigo de o cão fugir ou ressentir-se com o próprio dono, é real. Não são, infelizmente, assim tão raros os relatos de cães que entraram em pânico e se atiraram de janelas, partiram portas de vidros, tiveram ataques cardíacos, etc.

Sinais de medo

Não é difícil reconhecer quando um cão sofre com os sons intensos. Para isso basta observar como o animal muda radicalmente a sua atitude e comportamento. Alguns sinais de ansiedade causados pelos fogos de artifício e outros sons intensos:
·    Tremores
·    Hiperatividade
·    Roer ou atacar objetos
·    Esconder-se
·    Arfar
·    Procurar atenção
·    (Tentar) Fugir
·    “Chorar”
         ·    Latir


Como agir

O primeiro instinto dos donos é acalmar o cão, fazendo carícias e falando com voz terna. Mas os cães não pensam da mesma maneira que os humanos e ao reagir desta forma, os donos estão incentivando o medo, como quem diz: “tem razão em agir desta forma”. Perante isto, os cães vão reforçar o comportamento, ou seja, vão-se mostrar mais medrosos e ansiosos sempre que ouvem barulhos intensos.

Por mais difícil que seja, os donos devem ignorar qualquer sinal de medo e recompensar o cão sempre que este se mostre calmo. Só inspirando confiança no cão, é que ele perde progressivamente o medo. Ou seja, se o cão começar a tremer, o dono não deve afagá-lo, se o cão se esconder, o dono não deve falar de forma terna, use o seu tom normal para chamar o cão, cada passo que ele der em frente, recompense-o com elogios. Não deve também castigar o cão por mostrar medo. Leve o cão à cama dele para que aí se sinta em segurança. Se o cão não relaxar, tente brincar com ele.

A boa notícia para os donos é que os foguetes são fáceis de prever. Durante épocas de festa e no ano novo, tente minimizar a ação dos fogos de artifício no seu cão. Ter um cão implica sacrifício e o mais aconselhável é estar com o cão nestes momentos. Os cães descontrolados e em pânico podem destruir a casa, atacando tapetes, atirando-se contra as portas, derrubar mesas, etc. É da responsabilidade do dono certificar-se que o cão se encontra em segurança. A atitude calma e confiante do dono é vital para o cão nestas alturas.
 

Algumas medidas:
·    Fique no mesmo cômodo que o cão, não o deixe sozinho
·    Certifique-se que o cão não tem como fugir do local onde se encontra
·    Feche as persianas e as cortinas para isolar o som e a luz
·    Ligue a televisão ou o rádio ou ponha um CD/DVD para tocar
·    Prepare um abrigo dentro de casa, uma espécie de toca, longe da janela, onde o cão  possa se “abrigar”. Pode ser uma mesa coberta com uma toalha. Leve o cão até lá e dê-lhe um dos brinquedos para se distrair
·    Se a cama ou local de descanso do cão está junto da janela, coloque-a atrás de um sofá ou numa parte mais isolada da casa.
·    Se conhecer um cão sociável que não tenha medo de sons intensos, traga-o para junto do seu, para lhe dar confiança
·    Compre/Faça um novo brinquedo e dê-lhe pouco antes dos foguetes
·    Utilize brinquedos recheados com comida e dê-lhe pouco tempo antes
·    Não leve o cão a fazer necessidades enquanto durar os fogos de artifício. Antecipe o passeio para que o cão não faça necessidades devido ao medo.
·    Alimente o cão uma hora antes dos fogos começarem
·    Nunca leve o cão a um espectáculo de fogos de artifício

Dessensibilização

As fobias dos cães podem ser anuladas se for desenvolvido um trabalho de dessensibilização. Isto é, ir progressivamente expondo o cão a sons, cada mais intensos e associando estes sons a coisas agradáveis, tais como comida. Procure um treinador ou pesquise produtos no mercado.

Em cachorros pequenos, que ainda não adquiriram medos, exponha-os aos barulhos normais do cotidiano. A cozinha é sempre um bom local para isso, uma vez que os pratos, panelas e talheres geram sempre barulho ao serem manuseados. Embora não os dessensibilize em relação ao fogos, pode pelo menos ajudar a habitua-lo a sons mais intensos para que não entrem em pânico.



Fonte Dicas Peludas

terça-feira, 5 de novembro de 2013

A Profissão "Adestrador": exigências mentais e físicas e a ética profissional

 A PROFISSÃO “ADESTRADOR”

Um adestrador intitula-se “profissional”, quando, no exercício das suas funções (alteração do comportamento dos cães através de processos ritualizados), tem rendimentos e/ ou honorários por essa atividade.
Tendo em conta que agrada ao adestrador o contato com o cão e sendo este o objeto essencial do adestramento, deve ter capacidade de lhe transmitir as suas sensações, conduzi-lo no dia- a- dia, cuidar de sua higiene, em alguns casos também do transporte e, principalmente, controlar-lhe os comportamentos não desejados.
O ambiente das sessões de treino poderá ser, em muitos casos, adverso por ter que se  trabalhar muitas vezes sob rigorosos dias de intempérie. O frio, a chuva, o calor e a sede são os “companheiros” sempre presentes nas sessões de trabalho. Como adestradora sei que é essencial gostar muito do se faz para poder aguentar o ritmo de trabalho que, em alguns casos é altamente esgotante, mas também bastante gratificante.
Um fator fundamental  a analisar é o de que o adestrador deve ser visto como “o amigo do cão”. De um trato adequado, com respeito e lisura pelos proprietários, clientes e colegas depende, em grande parte, o futuro de um adestrador, sendo esta outra área importante da sua própria imagem pessoal. A seriedade, educação, honestidade e pontualidade, não sendo qualidades inatas, são de grande  importância serem adquiridas e elaboradas pelo profissional, se quer que sua atividade tenha êxito.

As exigências físicas
A condição física pessoal, inerente ao trabalho com cães será a ideal quando não interfiram no desenvolvimento das variadas tarefas que se apresentam, ou pelo menos, permita enfrentar, apesar das limitações físicas, os objetivos traçados. Apesar disso, a coordenação mental, capacidade motora e o sentido espacial reduzirão a possibilidade de estragar um trabalho devido a falhas físicas.
Outro fator a ter em conta é o risco de sofrer arranhões, mordidas ou acidentes. O adestrador deve tomar as devidas precações que recomendam o senso comum. É inevitável  a sensação de nos sentirmos “presas” quando enfrentamos pela primeira vez a boca e os respectivos dentes de um cão. A preparação física e o conhecimento do animal ajudam a reagir de forma adequada a cada situação.

As exigências mentais
Os adestradores com alguma experiência conhecem a importância da paciência nesta atividade. Ela pode levar a uma evolução totalmente desejável no trabalho com o animal, enquanto a pressa irracional só acabará em maus desempenhos, perda da relação com o cão e não alcance dos objetivos traçados.
A paciência e a tenacidade são duas das virtudes mais valorizadas nesta atividade. Não será um bom adestrador quem não for paciente nem quem desista ao primeiro revés. Também não o será se não for inteligente, bom observador, persistente e que não saiba raciocinar fria e logicamente. Não deverá igualmente desistir à primeira mordida de algum aluno mais impulsivo. A capacidade de observação permitirá ao adestrador apreciar adequadamente os fatores que rodeiam a evolução do trabalho cotidiano.
Uma boa dose de resistência psíquica colocará a salvo as frustrações cotidianas com que se depara o adestramento. Deve-se enfrentar os problemas de maneira mais racional possível dando, a cada um deles, a resposta mais adequada.
Por último deve-se insistir em manter a liderança absoluta na estrutura hierárquica na relação adestrador-cão.

Ética profissional
A partir do momento que uma pessoa  é qualificada como Adestrador e começa a cobrar pelos seus serviços, estará atuando como um Profissional. Como em todas as profissões, nesta também deve existir uma ética profissional. Por não estar regulamentada, esta profissão presta-se a todo tipo de oportunistas, moralmente mal formados e charlatães.

Em todas as profissões encontramos pessoas mais ou menos qualificadas e que se intitulam de “profissionais”. A diferença entre o bom profissional e o charlatão está na qualidade dos seus trabalhos, finalizados com êxito, dentro do respeito e ética. Por ser uma profissão relativamente nova, faz com que a fiscalização do trabalho, por parte do cliente, seja quase nula. A transparência no processo de adestramento, de modo a evitar abusos e enganos, está sujeita à moralidade do profissional.
Se o adestrador possui um conceito claro do que é a moral, só aceitará um trabalho que seja capaz de realizar e que esteja dentro do que aprendeu na sua formação. Rejeitará as tarefas para as quais não se sinta capacitado e não terá problemas em mostrar limitações. Outro pecado capital é a crítica maldosa a ouro colega de profissão. Quando se procede dessa forma, todos perdem.
Finalmente, o que o cliente espera de um profissional é que o seu cão se converta num amigo obediente, amável e educado. Num guardião e defensor de sua família, companheiro de vigilância e patrulha, participante de salvamentos, os olhos de um cego, consolo e ajuda na velhice, etc.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

6 coisas irritantes que os cães fazem e como corrigi-las

Adotar um cão e trazê-lo para casa é um momento de alegria para qualquer pessoa, que vê assim a sua família crescer! Porém, a adaptação de um cão à sua nova casa e à sua nova família, nem sempre corre como o previsto. Saibam quais os principais problemas manifestados pelos cães e como solucioná-los.
1. O cão late sempre que alguém toca à campainha.
É enervante, quer para quem está dentro de casa, quer para quem está efetivamente a tocar à campainha. Porém, os cães fazem-no porque é o seu instinto proteger o seu território e a sua família. Como a maior parte das vezes o ladrar acaba por afastar quem toca à porta, o cão fica com a sensação de dever cumprido e repete sempre o mesmo comportamento.
O que devem fazer os donos?
Peça ajuda a um familiar ou amigo que costuma visitar-los. Essa pessoa deve aproximar-se da porta e raspá-la ligeiramente com a mão: o som deve ser baixo o suficiente para que o cão não comece logo a ladrar. Elogie o cão pelo seu bom comportamento e dê-lhe uma guloseima. Repita todo o processo seguindo um breve toque na porta, o bater à porta e, por fim, o tocar à campainha. Com a prática, o cão irá passar a cheirar a porta sempre que alguém tocar em vez de latir. Elogie sempre o cão antes de lhe dar uma guloseima, reduzindo estas até que um elogio seja suficiente e/ou até o cão deixar de latir com a chegada de visitas.
2. O cão morde tudo menos os seus brinquedos.
Nos primeiros dias na sua nova casa, é natural que um cão explore tudo e isso inclui “provar” o seu novo ambiente – morder é um ato natural para os cães e um momento de prazer para os seus dentes. Porém, quando esta situação se torna fora de controle, ou seja, o cão passa a morder tudo menos os seus brinquedos, isso pode significar que está chateado, entediado ou simplesmente procura a atenção dos donos.
O que devem fazer os donos?
Tenham uma boa variedade de brinquedos resistentes para o seu cão, mas não os deem todos em simultâneo, ou seja, tenham sempre alguns guardados e vão alternando aqueles com que ele pode brincar – assim haverá sempre a sensação de novidade. Além disso, quando não é hora de brincar, guardem os brinquedos do cão, pois, se estiveram sempre no chão, o cão facilmente perde o interesse e é aí que começa a morder o que não deve!
3. O cão solta muito pelo.
Existem épocas do ano em que pode ser habitual o cão soltar algum pelo, mas estas fases são curtas e passageiras. Se a sua casa está constantemente coberta de pelo do seu cão, saibam que existe uma explicação para esse excesso: alimentação inadequada, pele seca e/ou stress.
O que devem fazer os donos?
Para corrigir esta situação e evitar quedas de pelo tão acentuadas, terão de investir pelo menos 5 minutos diários para escovar o seu cão, de forma a assegurar a saúde do seu pelo. A pele seca pode ser melhorada através da alimentação, ou seja, experimentem adicionar algumas gotas de azeite ou óleo de linhaça à sua ração. Se o problema persistir, converse  com o veterinário.
4. O cão urina no chão sempre que vocês chegam em casa.
É normal, principalmente em cachorros, que depois de um dia sozinhos em casa, estejam extremamente felizes e excitados pelos  donos terem chegado em casa – afinal, agora já podem dar-lhe mimos e brincadeiras! Por norma, este comportamento desaparece por si só (à medida que o cão cresce, à medida que o cão se habitua à sua nova casa…), mas não se esqueçam que, se ignorado, um mau comportamento pode rapidamente tornar-se num mau hábito.
O que devem fazer os donos?
Quando confrontados com esta situação – e por mais que custe – devem evitar  correr até ao seu cão logo no momento em que chegam em casa. Guardem as suas coisas, tirem o casaco e os sapatos, dando assim tempo para o próprio cão se acalmar. Uma vez mais calmo, dirigem-se até ao cão, ajoelhem-se de lado (evitem estar frente-a-frente) e não estabeleçam contacto visual. Cumprimentem o seu fiel amigo e depois levem-no à rua.
5. O cão força a guia e puxa o dono.
Uma bola de energia e curiosidade. Ir passear com o dono é um momento incrível para qualquer cão e, com o entusiasmo (que não consegue conter!) de querer ver, cheirar e chegar a todo o lado,acaba por forçar a sua coleira e muitas vezes arrastar consigo o seu dono.
O que devem fazer os donos?
Para evitar que seja o cão a liderar o passeio em vez de vocês, é necessário treiná-lo desde o primeiro dia. Algumas dicas incluem: interagir com o cão sempre que ele olhar para vocês; trocar várias vezes de direção, sempre de forma rápida, mas suave; falar com ele sempre que estiverem passeando, de forma a manter o seu interesse em vocês e não no meio ambiente. Testem tipos diferentes de guias para usar as que mais se adaptem às necessidades do cão e do seu dono.
6. O cão demora muito tempo a fazer as suas necessidades.
Quando está frio, já é tarde ou estão atrasados para sair, a última coisa que precisam é um cão que nunca mais faz as suas necessidades! Muitas vezes, esta demora está relacionada com o fato do próprio cão perceber que, uma vez feitas as necessidades, acabou-se o passeio, o tempo ao ar livre e está na hora de voltar lá para dentro.
O que devem fazer os donos?
Em vez de passearem, à espera que o cão faça as suas necessidades, terão de treinar o cão a fazer as necessidades primeiro e só depois iniciar o passeio. Como? No momento em que chegam à rua, levem o cão a um local específico (a partir daí terá de ser sempre o mesmo) e deem a ordem para ele fazer as suas necessidades (esse comando também terá de ser sempre o mesmo). Se o cão obedecer, elogie-o e inicie o passeio. Se não obedecer, leve o cão para dentro de casa e tente de novo 10 minutos depois. Este tipo de treino – como qualquer outro que envolve cães – levará o seu tempo, mas valerá a pena a longo prazo.
Fonte: Dicas Peludas


domingo, 3 de novembro de 2013

Leishmaniose, a prevenção é o melhor remédio!!



O que é a Leishmaniose?

A Leishmaniose é uma doença infectocontagiosa causada por um protozoário, conhecido como Leishmania spp., que é transmitido pela picada do mosquito flebótomo infectado, também conhecido como “mosquito palha” ou “birigui”. É considerada uma zoonose e pode acometer homens e cães. Nos caninos de estimação, ela é conhecida como Leishmaniose Visceral Canina.



Formas de transmissão

De acordo com médica veterinária Drª Ana Flávia Ferreira, a doença não é transmitida de um cão infectado para um cão sadio. “A transmissão só ocorre quando o animal é picado pelo mosquito infectado e uma vez doente, o cão não oferece risco para outros animais e nem mesmo para ser humano. Desta forma, o homem só pode ser infectado, se também for picado por um flebótomo contaminado”, explica a profissional, que completa: “os gatos não são acometidos por esta patologia”.


Sintomas e diagnóstico

A confirmação da doença só pode ser feita através de exame de sangue, que aponte aumento das enzimas hepáticas ou anemia; e de exame citológico, feito a partir de pequenas amostras de tecidos, como a medula óssea, o baço e o fígado.
Alguns sintomas que estão associados à doença e que podem levar o proprietário a desconfiar da enfermidade são: descamação seca da pele, pelos quebradiços, nódulos na pele, úlceras, febre, atrofia muscular, fraqueza, anorexia, falta de apetite, vômito, diarreia, lesões oculares e sangramentos. Nas formas mais graves, a Leishmaniose pode acarretar anemia e outras doenças imunes.


Tratamento da Leishmaniose

Segundo Drª Ana Flávia, no Brasil o tratamento da Leishmaniose Visceral Canina ainda é polêmico. “Os ministérios da Saúde e da Agricultura determinam que animais infectados pela doença, devem ser sacrificados; o que causa revolta nos proprietários, pois os animais de estimação são considerados ‘membros’ da família. Porém, o tratamento não é proibido e pode ser sintomático, com medicações veterinárias de uso oral, que podem até ser manipuladas”, informa a veterinária, que completa: “por isso, fica a recomendação para que os proprietários de cães, principalmente aqueles que residem em locais onde os registros da doença são maiores, vacinem seus animais como medida preventiva”.


Como prevenir

No Brasil, existe atualmente no mercado uma vacina contra a Leishmaniose Visceral Canina, que confere proteção superior a 92% e já protegeu mais de 70.000 cães em todo o país.
O programa vacinal deve ser associado a outras medidas de controle, como combate ao inseto vetor (flebótomo), com a aplicação de inseticida no ambiente e o uso de produtos repelentes no cão, também já existentes no mercado pet do Brasil.

Fonte: Dicas Peludas
 

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Escolha do filhote


Na hora de comprar ou adotar, saiba qual filhote é o ideal para você

É tentadora a hora em que vamos conhecer uma ninhada cheia de cãezinhos fofos. Da vontade de levar todos pra casa. Mas essa é a hora crucial para que escolhamos aquele filhote que mais se adapte ao nosso estilo de vida e é o primeiro passo para evitarmos futuros problemas.
”Olha que fofo, ele adora rosnar de brincadeira!”; ”mãe, vamos levar aquele ali fofinho escondido embaixo da cadeira?” Não caia nessas armadilhas.
Um cão dominante, líder, vai exigir muito mais treino e mais experiência por parte dos donos, pois este cão vai querer mandar na casa, não vai obedecer regras com facilidade e pode se tornar um cão demasiadamente agressivo.
Por outro lado, um cão medroso demais também pode se tornar agressivo, pois a agressividade vem do medo e da coação. O ideal é um cão intermediário. De olhar vivo, sem medo, mas que não seja desafiador. Um cão cauteloso na medida certa, sem ser medroso ou corajoso demais.
Escolhendo o cão certo pra levar pra casa é garantir um primeiro passo triunfante para se ter um melhor amigo ideal e feliz.
Siga os passos a seguir quando for escolher um filhote em uma ninhada. Não esqueça claro, de pedir pra ver a mãe e o pai dos filhotes. Caso a mãe ou o pai estejam presos, desconfie. Ou você quer ter um filhote de fera?
Os pontos em negrito são os fatores que você deve levar em conta quando for escolher. Boa sorte!

Passo 1
Comece colocando o bichinho no chão, em um lugar desconhecido. Afaste-se um pouco, agache e chame o pequeno com palmas, falando em um tom de voz suave a alegre. Observe então como o filhotinho vem até você.
- Se ele vier prontamente, com o rabo levantado, pular e até tentar morder nossa mão, temos um cachorro bastante dominante.
- Se ele vier com o rabo levantado e apenas subir no colo, é um cachorro menos dominante.
- Se vier com o rabo baixo, é mais submisso.
- Se não vier, provavelmente será um cão medroso ou com pouco interesse nos seres humanos.

Passo 2
Levante-se e comece a andar.
- O filhotinho dominante irá nos seguir prontamente, com o rabo levantado e mordendo nosso calcanhar.
- Se não for tão dominante, só irá seguir-nos com o rabinho levantado.
- Se for mais submisso ficará com o rabinho baixo.
- Se o cachorro não seguir, será um cachorro mais independente.

Passo 3
Em seguida, pegue o filhotinho com todo cuidado do mundo (lembre-se ele é só um bebê e a última coisa que queremos é que ele fique assustado), coloque-o deitado no chão de barriga para cima e ponha então sua mão aberta sobre o peito dele. Observe sua reação.
- Filhotes mais dominantes vão espernear mais, alguns vão até rosnar e tentar morder sua mão.
- Os muito tímidos vão ficar imóveis, com o rabinho entre as pernas e até fazer esforços para olhar nos seus olhos.
- Um filhotinho intermediário vai espernear e até ganir um pouco, parar, espernear mais um pouco, e assim até se acalmar.

Não se esqueça, é muito importante fazer isso com o máximo de gentileza possível.

Passo 4
Pegue o filhotinho com as duas mãos,coloque-o bem próximo do seu rosto, encare-o e observe sua atitude.
- Filhotes extremamente dominantes vão rosnar e até tentar morder nosso rosto.
- Filhotes  independentes, vão tentar ir embora.
- Filhotes muito submissos e tímidos, vão evitar contato com os olhos.
- Filhotes que tentarem lamber nosso nariz, são menos dominantes e que não ficam sentidos com tanta facilidade.

Passo 5
Por último, deixe cair um molho de chaves no meio da ninhada.
- O dominante vai imediatamente ver o que é.
- O intermediário vai hesitar, depois vai ver o que é.
- O medroso vai fugir.

Agora alguns cuidados na hora de escolher um cão, para não acabar levando “gato por lebre

 Primeiramente entre em contato com o Kennel Clube da sua cidade ou da capital do seu estado e peça uma lista de criadores idôneos da raça.
- Visite os canis, observe como os cães são tratados, a higiene do local onde vivem, e converse com o criador a respeito do filhote e dos pais, temperamento, pedigree etc.
- Outra dica importantíssima é com relação ao preço! Fique atento para o fato de que se trata de um cão caro (quem tem qualidade NÃO irá vender o filhote barato …) e o preço baixo pode vir acompanhado de desvios de temperamento e problemas sérios de saúde.
- Não compre cães em feiras, Pet Shops, anúncios em jornal e internet … prefira visitar e conhecer o canil onde o seu “futuro filhote” nasceu ou nascerá ou adotar um cãozinho de um abrigo !
- Cuidado com filhotes muito pequenos e magrinhos … quanto menor o cão, mais delicado e frágil, sujeito a acidentes e menos resistentes às doenças. Cuidado!!! Não existem os termos bibelô, micro, mini e zero.
- Quanto mais o filhote se alimentar do leite materno, melhor para sua saúde e desenvolvimento. Você só deve levar o cão para casa depois dos 2 meses de vida! Vejo muitos criadores entregando filhotes com 45 dias de vida …. isso é um absurdo!
- Um criador responsável irá fazer uma série de perguntas a respeito do seu estilo de vida, o que você espera de um cão, se tem criança pequena em casa, outros animais … Alguns criadores chegam mesmo a se recusar a vender um filhote caso achem que este não estará seguro e em “boas mãos”!
- E para finalizar : toda compra de cães deve ser feita com contrato! Este é essencial para garantir os direitos e deveres do vendedor e do comprador. Nunca abra mão do contrato.




Como escolher um cachorro de estimação para adoção em um abrigo de animais


Então a sua família resolveu adotar um cachorro de um abrigo de animais local. Agora você tem que ir lá e encontrar o cão perfeito para vocês. Embora todos os animais possam ganhar seu coração, escolher o cachorro certo para a sua família e seu estilo de vida é importante para garantir uma ótima experiência de adoção. É útil fazer uma pesquisa antes de ir ao abrigo escolher o animal perfeito.

Escolhendo seu cachorro
  • Decidam em conjunto qual tipo de cachorro vocês estão procurando. Vocês querem um filhote ou um cão mais velho? Pequeno, grande ou tamanho médio? Níveis altos ou baixos de energia? Todas essas questões são importantes de discutir antes de ir ao abrigo. Escolher um cachorro com uma personalidade que combine com a sua família é mais importante do que escolher baseado apenas na aparência.


  • De acordo com as respostas da sua família em relação a qual tipo de cão vocês estão procurando, pesquise quais raças e misturas podem ser boas para a família. Diga ao voluntário no abrigo qual raça e qualidades você está interessado e ele lhe ajudará a encontrar um cão assim.


  • Faça perguntas sobre os cães que você estiver  interessado. Aprenda sobre seu histórico se o abrigo tiver essa informação. Também pergunte o que os voluntários tem observado. Já foi testado o temperamento do cachorro em volta de gatos, outros cães e crianças? Ele mostra sinais de ser defensor? Ele foi treinado para casas? Ele tem algum problema médico que eles saibam? Não deixe que as respostas para essas perguntas o façam desistir de adotar um cão específico, mas é bom saber no que você está se metendo.


  • Conheça os cachorros da sua escolha. Primeiro se aproxime deles enquanto ainda estiverem nos canis e observe suas reações. No entanto, lembre-se que abrigos são lugares estressantes para cães e um que seja tímido ou ansioso pode relaxar ou se abrir mais depois de estar estabelecido na sua casa. Pergunte se você pode passar algum tempo com o cachorro como uma família. Ele brinca com você? Ele se dá bem com todos os membros da família?


  • Assegure-se de que todos os membros envolvidos da família concordaram com as responsabilidades de cuidar de um cachorro novo, antes de levá-lo para casa.



Dicas e Advertências

Se você tem outros cães, pergunte no abrigo se eles podem ir junto para conhecer o novo animal antes de levá-lo para casa. Pequenos problemas geralmente podem ser resolvidos, mas é uma boa idéia deixar que eles se conheçam para avaliar as reações.

Uma vez escolhido o cão, nunca o leve direto para dentro de casa (ou apartamento, ou quintal). Coloque-o na guia e gentilmente o leve para um bom passeio. Este procedimento que parece insignificante vai tratar de estabelecer a sua liderança e criar laços de confiança com seu novo amigo.




quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Como funciona o Agility?!

Melhorar seu relacionamento com o cão, sair do sedentarismo e ainda participar de competições nacionais e internacionais, esses são alguns dos atributos da prática do Agility – esporte criado nos anos 70 que é praticado por cães e seus donos. Se você tem um pet que adora uma boa brincadeira e que parece ter uma energia inesgotável, essa atividade é ideal!

Conheça aqui mais sobre esse esporte que traz benefícios à saúde e ao comportamento dos cães e também de seus donos:


Olhem a cara de felicidade dessa criatura!!!!
Como funciona?
Baseado em provas hípicas, o Agility é praticado por duplas formadas de cão e condutor, com o objetivo de percorrer uma pista com obstáculos, no menor tempo e com o menor número de faltas. Dando encanto à modalidade, o cão não pode ser tocado e nem estar preso por guias ou coleiras, demonstrando entrosamento entre dono e animal.

Os obstáculos são todos aprovados pelos órgãos que regulam o esporte. Eles não podem em hipótese nenhuma oferecer risco à saúde do animal.

Por que é bom para o cachorro?
Para praticar o esporte, o animal precisa aprender os comandos básicos de obediência - senta, fica, pula. Fator que traz benefícios ao comportamento e ao relacionamento entre o proprietário e o animal. Também melhora o condicionamento físico, contribui para sua saúde e longevidade, reduz as chances de  sobrepeso e os problemas decorrentes dele.

Também é bom porque toda atividade física libera no animal hormônios relacionados ao bem-estar, que reduzem os níveis de estresse e ansiedade, muito comuns nos cães que passam muitas horas sozinhos.  

Quem pode?
Agility pode ser praticado por animais de todos os portes e raças, salvo restrições daqueles que possuem problema cardíaco ou articular, pelo risco da sobrecarga no órgão e membros fragilizados.Além disso, com um ano de vida o cão já pode aprender a prática esportiva e, ao contrário do que se pensa, até animais já adultos podem aprender a saltar, desviar, se equilibrar e desvendar os obstáculos das pistas de agility. Cães idosos requerem um cuidado maior por questões de saúde.


Agility em Belo Horizonte: http://www.universicao.com/MG/